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Exposição para quebrar a cabeça.

Em cartaz na Galeria do Sesc Centro, mostra “Uma Gentil Invenção” traz 19 trabalhos de artistas contemporâneos.

Maceió, 25 de setembro de 2008

Diante de cada peça da exposição “Uma Gentil Invenção” - em cartaz na Galeria do Sesc Centro -, se acentuava o semblante de espanto e confusão do auxiliar de escritório Rafael Pedrosa, 28 anos. Ele nunca tinha se deparado com os imprevisíveis caminhos da arte contemporânea.

“Achava que arte era só quadro e escultura. Mas aqui descobri que pode ser qualquer objeto”, disse Rafael, que recebeu a ajuda da monitora da galeria para percorrer a exposição. Eles conversavam sobre o que o artista queria dizer através das mais inusitadas criações. “É um mundo confuso, onde é preciso quebrar muito a cabeça para entender”.

É justamente essa a intenção de “Uma Gentil Invenção”, que pode ser visitada de terça a sexta-feira (9h às 18h) até o dia 04 de outubro no Sesc Centro. Os trabalhos da mostra fazem parte do acervo da galeria A Gentil Carioca, do Rio de Janeiro.

Vinil e etec

À espera do público estão 19 criações que dão um soco na obviedade do cotidiano. Tem de tudo espalhado no grande salão da Galeria do Sesc. Fotografia de ruas vazias, desenhos em nanquim de criaturas marinhas, berimbaus que se comunicam através de mouses, vestido de vinil, vídeos e até um espelho anti-reflexo.

São trabalhos assinados por gente embreada na arte contemporânea como Ernesto Neto, Ricardo Basbaum, Guga Ferraz, Carlos Contente e muitos outros.

“Represento como percebo a nossa sociedade. Não reconheço mais algumas ações, modos, meios, os tipos de relação e de vida dos seres humanos. Meu trabalho mostra um pouco dessa minha sensação de realidade turva, indefinida, cambiante dos nossos verdadeiros dias”, explica Fabiano Gonper, autor de “A Pintura Variável”.

No depoimento de cada artista é possível perceber a necessidade de registrar e chamar a atenção para as mudanças e o significado das coisas ao redor de casa um. “As questões que os artistas têm hoje em dia são pragmáticas: já se vive na base do encantamento”, ressalta Renata Lucas, que assina os trabalhos “Quadroquadro”.

Fonte: Tudonahora

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